DCTA é mau patrão?

SERVIDORES DO ÓRGÃO denunciam morosidade na entrega de laudos, averbações e aposentadorias

Por Fernando Morais

Toda relação de trabalho é gerida por regras, leis e procedimentos que a sustentam. Para que a relação de trabalho seja justa, as partes devem cumprir o acordado e se respeitar. Quando o trabalhador deixa de cumprir o acordado, o empregador imediatamente atua e corrige a falta, seja orientando, esclarecendo ou punindo.

Nesta mesma lógica, o que deve ser feito quando o patrão deixa de cumprir a lei prejudicando o trabalhador? O trabalhador deve procurar seu representante legal, apresentar o problema, municiar o representante com fatos e documentos para que a entidade de representação busque soluções para o problema. O representante da classe trabalhadora é o SINDICATO da categoria.

De posse das denúncias e documentos que comprovem o descumprimento da legislação trabalhista, o Sindicato argumenta junto ao empregador e faz a defesa dos direitos dos trabalhadores. Quando os questionamentos e as reclamações não são aceitos pelo empregador, o caminho é o Judiciário. No caso de reclamações rotineiras e repetidas, a questão passa para um novo patamar.

O perfil do empregador precisa ser avaliado para saber se este é um mau patrão, que pouco ou nada se preocupa com os recursos humanos da empresa ou órgão.

O SindCT, que representa os servidores civis do DCTA e INPE, recebe e catalisa as demandas, reclamações e anseios da categoria, seja em questões salariais bem como de relação direta ou indireta de trabalho.

Nos últimos anos uma grande quantidade de queixas e reclamações com relação ao DCTA tem chegado ao SindCT.

Os servidores do DCTA têm se sentido prejudicados com atitudes, atos ou omissões, seja por não cumprimento de orientação, norma ou lei, ou mesmo por querer ser mais realista do que o rei em algumas interpretações legais.

É preciso urgentemente a mudança de tratamento dispensado pelo DCTA aos servidores civis.

O SindCT não aceita atitudes que nos direcionam a concluir que o DCTA é, sim, um mau patrão. E para defender o trabalhador do mau patrão existe, primeiro o Sindicato e, no limite a lei.

Se preciso, vamos apelar para a Justiça do Trabalho para que os direitos dos servidores do DCTA sejam respeitados.

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