Saúde

EXERCÍCIOS FÍSICOS

Academia ao Ar Livre na ADC-INPE

 

Ideia da Associação Desportiva Classista é “proporcionar saúde às pessoas numa modalidade de exercício bem amigável”, destinada principalmente aos usuários de meia idade e terceira idade. De início serão cinco aparelhos, mas o número pode aumentar

 

Shirley Marciano

 

Uma Academia ao Ar Livre será inaugurada pela Associação Desportiva Classista (ADC-INPE) no dia 12 de dezembro.

 

O objetivo é oferecer aos associados mais uma opção de serviço e, sobretudo, colocar à disposição um equipamento que traga qualidade de vida para todas as idades, principalmente aos usuários de meia idade e terceira idade. “Temos observado o grande sucesso das academias aqui na cidade e em todos os locais.

 

Então, a ADC também aderiu, pois entende que essa é uma forma de proporcionar saúde às pessoas numa modalidade de exercício bem amigável”, explica David Carlos de Jesus, presidente da ADC- -INPE.

 

Ele esclarece também que, durante a aula inaugural, haverá o Zumba, uma dança coreográfica para animar os participantes.

 

Na primeira etapa, a academia começará de forma modesta, com apenas cinco aparelhos para dois tipos de exercícios.

 

Porém, segundo a associação, a ideia é ampliar a oferta conforme a demanda de usuários.

 

Haverá monitores em horários específicos para dar orientação e, assim, extrair o maior aproveitamento possível dos aparelhos e reduzir riscos de lesões durante a prática.

 

Esses aparelhos também podem ser utilizados para fins de fisioterapia, desde que sob a orientação de um especialista. Marcelo Leite, professor de educação física e coordenador matinal das 109 unidades de academias ao ar livre da Prefeitura, explica que esses espaços têm alcançado um público enorme porque visam em primeiro lugar à saúde, e as pessoas estão mais conscientes dessa necessidade.

 

Os exercícios realizados nesta modalidade são de alongamentos, iniciação da parte muscular e até mesmo movimentos para pacientes em recuperação de acidente vascular cerebral (AVC).

 

“É um espaço democrático, todos podem usufruir sem distinção de idade ou classe social”. “Tudo de bom” A prática regular de exercícios físicos pode causar mudanças surpreendentes no ritmo e no estilo de vida das pessoas. “Eu e uma turma fazemos corrida três vezes por semana no DCTA, das 7h às 8h, e tem sido tudo de bom na minha vida. Comecei a fazer para evitar o sedentarismo, buscando qualidade de vida mesmo, e atualmente virou uma diversão”, conta Ana Lúcia Santos de Castro Silva, do INPE-DMF.

 

Atividade física pode retardar o desenvolvimento das doenças crônicas não transmissíveis, de modo que a Organização Mundial da Saúde (OMS) vem procurando sensibilizar os países quanto à necessidade emergencial de modificar o estilo de vida sedentário e praticar atividade física regular, a fim de proporcionar maior qualidade de vida.

 

Em adultos, a atividade física inclui atividades de lazer, como dança, caminhada, jardinagem, natação; para o transporte é indicado caminhar ou andar de bicicleta.

 

Mas vale tudo para manter a boa saúde, seja em trabalhos domésticos, brincadeiras que façam mexer o corpo etc.

 

Sabe-se que o objetivo de melhorar funções cardiorrespiratórias e musculares, ossos, reduzir o risco de doenças e de depressão exige realizar, semanalmente, no mínimo 150 minutos de atividade física aeróbica de intensidade moderada, ou pelo menos 75 minutos de atividade física aeróbica de intensidade vigorosa.

 

Pode ser também uma combinação equivalente de atividade moderada e de intensidade vigorosa.

 

Para benefícios adicionais de saúde, os adultos devem aumentar a sua atividade de intensidade moderada aeróbica para 300 minutos por semana, ou 150 minutos de intensidade vigorosa por semana, ou uma combinação equivalente de atividade moderada e de intensidade vigorosa.

 

“Grupo de amigos”

 

Atividades de fortalecimento muscular devem ser feitas envolvendo grandes grupos musculares em dois ou mais dias por semana.

 

“Participo do mesmo grupo que a Ana Lúcia, e tudo é bem acompanhado por um professor de educação física. Ele é importante porque nos ensina até mesmo a forma como devemos correr para não lesionar o joelho ou a coluna.

 

Virou um grupo de amigos mesmo. Trocamos ideias sobre alimentos que são bons para saúde e para que servem, enfim, acabou virando uma espécie de terapia social”, conta entusiasmada a corredora Maria Goreti dos Santos Aquino, do INPE.

 

Pelas experiências expostas fica evidente que a prática de exercício não é penosa, ao contrário traz benefícios físicos e mentais. Cada pessoa deve buscar a forma que mais lhe agrada, seja andando de bicicleta, caminhando, correndo, praticando futebol, vôlei: o que vale é tomar uma atitude positiva em favor de si mesmo.

 

“Queremos criar um ambiente aprazível aos associados, que poderão usufruir de toda nossa estrutura com maior conforto, segurança e comodidade, fortalecendo a prática do esporte principalmente ao ar livre”, declara Eduardo Piacsek, vice-presidente da ADC-INPE.

 

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